UBUNTU COMEMOROU ANIVERSÁRIO DE 5 ANOS
No útilmo dia 03/04/2009 o sistema operacional UBUNTU completou 5 anos
Ele provou que não são todas as versões do Linux que são voltadas exclusivamente a usuários de tecnologia qualificados. Melhorou a radicalmente a interface, simplificando a vida de usuários mais leigos, tem tradução razoável para diferentes idiomas e um desempenho melhor se comprado a outras distribuições.
Estamos falando do Ubuntu, a versão do Linux que completou cinco anos de idade no dia 03/04/2009 e melhorou muito a imagem do pingüim entre os usuários comuns. O sistema operacional já conquistou mais de 100 milhões de usuários no mundo, tem uma comunidade com 170 mil membros registrados, e lança versões novas a cada seis meses.
Baseado em Debian GNU/Linux, o sistema operacional é patrocinado pela empresa Conical, do milionário sul-africano Mark Shuttleworth. Seu nome, Ubuntu, é o de um movimento sul-africano, comandado pelo bisbo Desmond Tutu, que recebeu o prêmio Nobel da paz em 1984 por sua luta contra o Apartheid.
Na página do Ubuntu, o recado já é dado logo de cara – o Ubuntu nunca será pago e nem terá versões Enterprise, como outras empresas costumam criar. É um recado direto a duas gigantes do Linux – Novell e Red Hat – que, apesar de terem e manterem versões gratuitas de seus sistemas, oferecem versões pagas ao mercado corporativo.
A popularidade do Ubuntu fez com que muitas empresas deixassem o software proprietário de lado – mesmo em desktops, onde o Windows reinava (e ainda reina) tranquilamente. Prova disso é que grandes fabricantes de PCs, como IBM e Dell, já vendem máquinas com o Ubuntu pré-instalado.
O software também partiu mais recentemente para o mercado de servidores. Até grandes fornecedores, como a Sun Microsystems, homologaram o sistema operacional para rodar dentro de seus servidores. E o Ubuntu chegou na nuvem, por meio do serviço Amazon Elastic Compute Cloud, que oferece capacidade computacional sob demanda para as companhias.
Os cinco anos de idade e a popularidade entre os usuários finais fizeram do Ubuntu um sistema bastante respeitável. Até sua versão para os pequenos netbooks agradou aos usuários. Como qualquer distribuição de Linux, o Ubuntu ainda enfrenta problemas de compatibilidade com aplicativos mais populares dos PCs, mas isso não é problema para os fãs do pingüim nascido na África.
Estamos falando do Ubuntu, a versão do Linux que completou cinco anos de idade no dia 03/04/2009 e melhorou muito a imagem do pingüim entre os usuários comuns. O sistema operacional já conquistou mais de 100 milhões de usuários no mundo, tem uma comunidade com 170 mil membros registrados, e lança versões novas a cada seis meses.
Baseado em Debian GNU/Linux, o sistema operacional é patrocinado pela empresa Conical, do milionário sul-africano Mark Shuttleworth. Seu nome, Ubuntu, é o de um movimento sul-africano, comandado pelo bisbo Desmond Tutu, que recebeu o prêmio Nobel da paz em 1984 por sua luta contra o Apartheid.
Na página do Ubuntu, o recado já é dado logo de cara – o Ubuntu nunca será pago e nem terá versões Enterprise, como outras empresas costumam criar. É um recado direto a duas gigantes do Linux – Novell e Red Hat – que, apesar de terem e manterem versões gratuitas de seus sistemas, oferecem versões pagas ao mercado corporativo.
A popularidade do Ubuntu fez com que muitas empresas deixassem o software proprietário de lado – mesmo em desktops, onde o Windows reinava (e ainda reina) tranquilamente. Prova disso é que grandes fabricantes de PCs, como IBM e Dell, já vendem máquinas com o Ubuntu pré-instalado.
O software também partiu mais recentemente para o mercado de servidores. Até grandes fornecedores, como a Sun Microsystems, homologaram o sistema operacional para rodar dentro de seus servidores. E o Ubuntu chegou na nuvem, por meio do serviço Amazon Elastic Compute Cloud, que oferece capacidade computacional sob demanda para as companhias.
Os cinco anos de idade e a popularidade entre os usuários finais fizeram do Ubuntu um sistema bastante respeitável. Até sua versão para os pequenos netbooks agradou aos usuários. Como qualquer distribuição de Linux, o Ubuntu ainda enfrenta problemas de compatibilidade com aplicativos mais populares dos PCs, mas isso não é problema para os fãs do pingüim nascido na África.
